Remember, O Most Holy Virgin Mary, that never was it known in any age, that anyone who fled to thy intercession, was left unaided.
Inspired with this same confidence we fly to thy protection.
O Virgin of Virgins, our Mother, to thee we come, before thee we stand sinful and sorrowful; despise not, O Mother of the World Incarnate, our humble petitions, but graciously hear and grant our requiem*.
Amen.
An indulgence of three years each time the prayer is recited, applicable also to the Holy Souls. A plenary indulgence to those who recite it daily for a month.
homenagem à descoberta de novas entidades e comemoração de seus respectivos dias.
3.29.2008
3.23.2008
Qualquer coisa que atue como uma rígida defesa afasta tanto a alegria como a dor.
O medo é um alerta para que nos defendamos.
O medo chama nossa atenção para uma possível ameaça ao nosso bem-estar.
Não ignore a ansiedade.
Com frequência, a individualidade é rotulada como excentricidade, tolerada apenas na teoria; na prática, espera-se o conformismo.
O medo é um alerta para que nos defendamos.
O medo chama nossa atenção para uma possível ameaça ao nosso bem-estar.
Não ignore a ansiedade.
Com frequência, a individualidade é rotulada como excentricidade, tolerada apenas na teoria; na prática, espera-se o conformismo.
3.17.2008
3.16.2008
ego, você não é um sol
O ego é amarelo e redondo. Como o sol.
Quer que tudo gire em sua órbita, é só o que importa.
O ego é um atalho para a ilusão.
Admito que, se casada com a consciência, a ilusão pode sim ser prazerosa e benéfica, se devidamente abstraída.
Porém, a ilusão do ego rejeita a consciência.
E fica como uma porta que não precisa de fechadura nem de chave,
Uma vez que o contexto criado implica num arrombamento em vez de uma luta pela chave.
Triste é pensar que grande parte deles acha que é um sol e nada mais que isso.
Mais triste ainda, é pensar que esta mesma maioria acredita não precisar ser nada a mais que um sol e uns planetinhas bestas que o idolatrem.
Um sol é só um sol, não é o topo do poder nem da existência.
Engraçado é pensar que os egocêntricos almejam ser sempre o centro, como o sol,
Mas quem é que consegue olhar para o sol por muito tempo?
Enfadonho é observar estas pessoas andando em círculos sem que percebam, achando que o círculo é a rota dos demais a sua volta.
Bizarro é pensar que são controladas pelo sol quando crêem SER o tal do sol.
Estranho é pensar que somos um todo, estou entre eles, que somos todos irmãos. Mesmo tendo desatado laços com vários membros deste clã.
Complicado é ter extendido os olhos para além do sol e sentido as lágrimas de sensibilidade e tentativa de desapego à antiga situação.
Dilacerante é buscar disposição para abrir olhos alheios com pálpebras de aço e me perder na busca, o sol é realmente difícil de se olhar.
Feliz é pensar que meu ego e consciência são casados em comunhão total de bens, embora a representação masculina desta comunhão ainda não tenha se libertado completamente dos impulsos traíras contra sua cônjuge.
Mais feliz ainda é pensar que, ao abrir meus olhos quase atrofiados, vi claramente que sou um universo inteirinho cheio de planetas, astros, luas e mistérios a serem descobertos, e o suposto sol, é apenas um coadjuvante qualquer.
Confortante é perceber que a forma redonda do ego é bem receptiva para com os petelecos da consciência, e que com o tempo, ele se renderá e será fiel à sua senhora.
[l.n.r.]
Quer que tudo gire em sua órbita, é só o que importa.
O ego é um atalho para a ilusão.
Admito que, se casada com a consciência, a ilusão pode sim ser prazerosa e benéfica, se devidamente abstraída.
Porém, a ilusão do ego rejeita a consciência.
E fica como uma porta que não precisa de fechadura nem de chave,
Uma vez que o contexto criado implica num arrombamento em vez de uma luta pela chave.
Triste é pensar que grande parte deles acha que é um sol e nada mais que isso.
Mais triste ainda, é pensar que esta mesma maioria acredita não precisar ser nada a mais que um sol e uns planetinhas bestas que o idolatrem.
Um sol é só um sol, não é o topo do poder nem da existência.
Engraçado é pensar que os egocêntricos almejam ser sempre o centro, como o sol,
Mas quem é que consegue olhar para o sol por muito tempo?
Enfadonho é observar estas pessoas andando em círculos sem que percebam, achando que o círculo é a rota dos demais a sua volta.
Bizarro é pensar que são controladas pelo sol quando crêem SER o tal do sol.
Estranho é pensar que somos um todo, estou entre eles, que somos todos irmãos. Mesmo tendo desatado laços com vários membros deste clã.
Complicado é ter extendido os olhos para além do sol e sentido as lágrimas de sensibilidade e tentativa de desapego à antiga situação.
Dilacerante é buscar disposição para abrir olhos alheios com pálpebras de aço e me perder na busca, o sol é realmente difícil de se olhar.
Feliz é pensar que meu ego e consciência são casados em comunhão total de bens, embora a representação masculina desta comunhão ainda não tenha se libertado completamente dos impulsos traíras contra sua cônjuge.
Mais feliz ainda é pensar que, ao abrir meus olhos quase atrofiados, vi claramente que sou um universo inteirinho cheio de planetas, astros, luas e mistérios a serem descobertos, e o suposto sol, é apenas um coadjuvante qualquer.
Confortante é perceber que a forma redonda do ego é bem receptiva para com os petelecos da consciência, e que com o tempo, ele se renderá e será fiel à sua senhora.
[l.n.r.]
3.10.2008
3.07.2008
3.05.2008
cento e oito ponto um?
Vasculhei meu corpo em busca de surpresas. Encontrei, sutilmente, na equipe técnica da memória da minha imaginação, meu olhar de cineasta. Tenho tido experiências com o olhar cinéfilo há algum tempo, mas ele não passa de um pretensioso, pouco eficaz e fica frustrado por ter idéias que vão pro vácuo sem nem passar pela alfândega. Mas claro, nem tudo é perfeito, enquanto o acesso para o olhar cinéfilo exige apenas paciência em doses rasas, gosto e opinião, o acesso para o olhar de cineasta é um pouco mais complexo. Entre mim e ELE, há uma esfinge, adormecida.
- Olá?
- Espero que tenha um bom motivo para despertar-me dos meus sonhos. Sabes que sonhos de esfinges não são meros sonhos, são lições. Então é bom que valha a pena.
- Como faço pra passar?
- Pelo portal?
- Isto é um portal?
- Portal para o reino do olhar 108.1.
- 108.1?
- É o código para designar olhar com menos limitações que a natureza e a cultura já desenvolveram para o homem.
- Nossa! É um olhar bem avançado.
- Digamos que não são todos que podem suportar. São tantos detalhes...
- Hmmm, detalhes..
- Muitos cineastas utilizam o 108.1, é bem útil. E o resultado é formidável.
- Hm, segredinho especial do Bergman, hã?
- É.... Você deve estar com a versão 9.7, talvez 10.
- E o que isso significa?
- Uns pontinhos a mais que a maioria da sociedade Globo.
- Ahn. ¬¬
- É um salto consideravelmente grande passar do 10 para o 108.1.
- É impossível?
- É... impossível não chega a ser. Mas você terá de passar por um teste.
- E que tipo de teste seria?
- Um teste de memória, resistência, concentraçãoo, controle emocional, auto-conhecimento, raciocínio, pesquisa, análise, criação, imaginação... algo mais?
- Nossa...
- Ah, deve ter mais uns cinco itens, mas nada que você não descobrirá na jornada.
- Jornada?
- Menina, me escute bem.. Se ainda tiver inocência, ingenuidade ou insegurança, deixe aqui, do lado de fora. Ou desista.
- E... que espécie de jornada?
- Como posso lhe dizer... É como uma trama de maturação multipla.
- Vou viver num filme de guerra com muitas subtramas?
- Não. Deixe-me ser mais específica: você terá de aprender de forma intensiva, mais vulgarmente falando, no tranco, tudo o que é necessário para não sofrer sérios danos ao enxergar através da lente 108.1.
- Hmm, Jumandi?
- Não. O que vai fazer é vida, e hollywood não é vida.
- E quando começo?
- Vá para casa, viva seus dias. Entrarei em contato.
- É como pôr um piercing?
- Piercing?
- Deixe-me explicar. Você espera tanto o terror daquela dor que quando se dá conta já passou?
- Exato. Quando se der conta, terá aprendido. Agora vá.
- Hei, só mais uma coisa..
- Chore.
- Valeu a pena?
- Valeu a pena o quê?
- Ter despertado do seu sonho.
- As vezes.. uma lição pode ser um carma. Neste caso, te devo um... ah, queria dizer aquela palavra, mas soa muito como obrigação e não encontro um sinônimo...
- Valeu?
- É... valeu.
- Até breve, espero.
- Boa sorte na jornada, menina.. vai precisar.
[l.n.r.]
- Olá?
- Espero que tenha um bom motivo para despertar-me dos meus sonhos. Sabes que sonhos de esfinges não são meros sonhos, são lições. Então é bom que valha a pena.
- Como faço pra passar?
- Pelo portal?
- Isto é um portal?
- Portal para o reino do olhar 108.1.
- 108.1?
- É o código para designar olhar com menos limitações que a natureza e a cultura já desenvolveram para o homem.
- Nossa! É um olhar bem avançado.
- Digamos que não são todos que podem suportar. São tantos detalhes...
- Hmmm, detalhes..
- Muitos cineastas utilizam o 108.1, é bem útil. E o resultado é formidável.
- Hm, segredinho especial do Bergman, hã?
- É.... Você deve estar com a versão 9.7, talvez 10.
- E o que isso significa?
- Uns pontinhos a mais que a maioria da sociedade Globo.
- Ahn. ¬¬
- É um salto consideravelmente grande passar do 10 para o 108.1.
- É impossível?
- É... impossível não chega a ser. Mas você terá de passar por um teste.
- E que tipo de teste seria?
- Um teste de memória, resistência, concentraçãoo, controle emocional, auto-conhecimento, raciocínio, pesquisa, análise, criação, imaginação... algo mais?
- Nossa...
- Ah, deve ter mais uns cinco itens, mas nada que você não descobrirá na jornada.
- Jornada?
- Menina, me escute bem.. Se ainda tiver inocência, ingenuidade ou insegurança, deixe aqui, do lado de fora. Ou desista.
- E... que espécie de jornada?
- Como posso lhe dizer... É como uma trama de maturação multipla.
- Vou viver num filme de guerra com muitas subtramas?
- Não. Deixe-me ser mais específica: você terá de aprender de forma intensiva, mais vulgarmente falando, no tranco, tudo o que é necessário para não sofrer sérios danos ao enxergar através da lente 108.1.
- Hmm, Jumandi?
- Não. O que vai fazer é vida, e hollywood não é vida.
- E quando começo?
- Vá para casa, viva seus dias. Entrarei em contato.
- É como pôr um piercing?
- Piercing?
- Deixe-me explicar. Você espera tanto o terror daquela dor que quando se dá conta já passou?
- Exato. Quando se der conta, terá aprendido. Agora vá.
- Hei, só mais uma coisa..
- Chore.
- Valeu a pena?
- Valeu a pena o quê?
- Ter despertado do seu sonho.
- As vezes.. uma lição pode ser um carma. Neste caso, te devo um... ah, queria dizer aquela palavra, mas soa muito como obrigação e não encontro um sinônimo...
- Valeu?
- É... valeu.
- Até breve, espero.
- Boa sorte na jornada, menina.. vai precisar.
[l.n.r.]
3.03.2008
joaninha tem nome
Estava terminando minha refeição da meia-noite no meu quarto quando o último gole de coca assustou uma joaninha que estava na garrafa. A joaninha então foi parar na minha mão. E Jimmy Page me disse: "that's the way."
- Oi joaninha!
- Pare de se mexer! Andar em superfície móvel me dá tontura.
- É verdade que você traz sorte?
- É.... Depende do meu humor.
- E como ele está agora?
- Desnorteado.
- E o que eu faço para merecer a sorte que você carrega em baixo dessa sua casca vermelha?
- Já disse, pare de se mexer!
- Tá, vou te passar para a minha mão esquerda então.
- Bem melhor agora.
- Joaninha, não estou sentindo a sorte. Você tá passando?
- Como você é imediatista! A sorte não costuma se apressar.
- Desculpe, é que não pude me conter. Nunca conversei com um inseto antes.
- Não me chame de inseto. Meu nome é Alana. Qual é o seu?
- Depende. Qual você quer saber?
- Não sei. Qual você gosta?
- Sofia.
- Que bonito! Já ouviu aquela piadinha...
- Sô fia da puta?
- É... (risos)
- Minha vó é piadista.
- Quem te deu este nome?
- Eu mesma.
- Os humanos podem escolher seus nomes?
- E por que não? Mas a maioria deles não sabe disso.
- Joaninhas podem escolher seus nomes também?
- Claro. E por que não? Hei, por que tá abrindo as asas? Vai me deixar?
- Não, Sofia. É que deixar as asas presas dentro desta casca dura o dia todo dá um pouco de cãimbra.
- Que engraçado.
- Não acho nem um pouco engraçado ficar rindo da dor alheia.
- Alana, se você fosse escolher um outro nome, qual seria?
- Não sei. Nunca pensei nisso. Já me conformei, sei que vou levar este nome para o túmulo.
- Então posso escolher um pseudônimo pra você? Que tal Amélia?
- Prefiro Kika.
- Mas você disse...
- Disse que prefiro Kika.
- Por que Kika?
- Por que eu gosto de Almodovar, oras.
- Ah.
- Viu, vou ter que ir agora... família me espera. Mas a sorte tá contigo.
- Legal! E quando vou sentí-la?
- Não sei... Talvez amanhã, se não tiver pressa.
- Volta amanhã pra continuarmos o papo?
- Não gosto de ficar planejando minha vida, mas talvez. Deixe a janela aberta.
- A janela de um fumante está sempre aberta.
Visualizar
- Acredita que não existe cigarros pra joaninhas?
- Que negligência.
- Mas tenho que ir, falou.
- Falou, você é muito... ih, já foi? Como ela é rápida!
[l.n.r.]
- Oi joaninha!
- Pare de se mexer! Andar em superfície móvel me dá tontura.
- É verdade que você traz sorte?
- É.... Depende do meu humor.
- E como ele está agora?
- Desnorteado.
- E o que eu faço para merecer a sorte que você carrega em baixo dessa sua casca vermelha?
- Já disse, pare de se mexer!
- Tá, vou te passar para a minha mão esquerda então.
- Bem melhor agora.
- Joaninha, não estou sentindo a sorte. Você tá passando?
- Como você é imediatista! A sorte não costuma se apressar.
- Desculpe, é que não pude me conter. Nunca conversei com um inseto antes.
- Não me chame de inseto. Meu nome é Alana. Qual é o seu?
- Depende. Qual você quer saber?
- Não sei. Qual você gosta?
- Sofia.
- Que bonito! Já ouviu aquela piadinha...
- Sô fia da puta?
- É... (risos)
- Minha vó é piadista.
- Quem te deu este nome?
- Eu mesma.
- Os humanos podem escolher seus nomes?
- E por que não? Mas a maioria deles não sabe disso.
- Joaninhas podem escolher seus nomes também?
- Claro. E por que não? Hei, por que tá abrindo as asas? Vai me deixar?
- Não, Sofia. É que deixar as asas presas dentro desta casca dura o dia todo dá um pouco de cãimbra.
- Que engraçado.
- Não acho nem um pouco engraçado ficar rindo da dor alheia.
- Alana, se você fosse escolher um outro nome, qual seria?
- Não sei. Nunca pensei nisso. Já me conformei, sei que vou levar este nome para o túmulo.
- Então posso escolher um pseudônimo pra você? Que tal Amélia?
- Prefiro Kika.
- Mas você disse...
- Disse que prefiro Kika.
- Por que Kika?
- Por que eu gosto de Almodovar, oras.
- Ah.
- Viu, vou ter que ir agora... família me espera. Mas a sorte tá contigo.
- Legal! E quando vou sentí-la?
- Não sei... Talvez amanhã, se não tiver pressa.
- Volta amanhã pra continuarmos o papo?
- Não gosto de ficar planejando minha vida, mas talvez. Deixe a janela aberta.
- A janela de um fumante está sempre aberta.
- Acredita que não existe cigarros pra joaninhas?
- Que negligência.
- Mas tenho que ir, falou.
- Falou, você é muito... ih, já foi? Como ela é rápida!
[l.n.r.]
3.02.2008
Homens com quem me casaria
Arthur Schopenhauer
David Gilmour (em sua fase cabeluda)
Legolas
Mário Quintana
Chaplin
Antoni Gaudí
Mark Ryden
John Lennon
Georges Méliès
Platão
Duran Duran
Cazuza
Sandman
é, acho que devo sondar mais maternidades
David Gilmour (em sua fase cabeluda)
Legolas
Mário Quintana
Chaplin
Antoni Gaudí
Mark Ryden
John Lennon
Georges Méliès
Platão
Duran Duran
Cazuza
Sandman
é, acho que devo sondar mais maternidades
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