5.27.2008
O vinho suave do espírito, ou vinagre egocentrado ?
Como anda tua luz ? Como tem se comportado ?
Será se tuas ações , não revelam um sepulcro caiado ?
Que sendo branco por fora, por dentro tem podridão
faça agora por estas palavras tua alto avaliação.
Sabia que a tua língua É reflexo do teu coração ?
Que teu estado de espírito se mostra na tua ação?
Tem dito muitas mentiras ? hoje já caluniou ?
Soube ser agradecido, ao irmão que uma vez te ajudou ?
Ou por se ver pequeno ,contra ele se revoltou?
Aonde você tem passado, deixou saudades e alegria ?
Ou é sempre a sua partida que alegra a maioria ?
Você fez aniversário ? Houve milhares de parabéns ?
Ou foi só tua mulher e filhos e não houve mais ninguém ?
Você tem muitos amigos ? Ou tem apenas conhecidos ?
Quem ti conhece a um ano, já não anda mais contigo ?
Sustenta quem te bajula ? Pra fingir que tem amigo ?
Faz chantagem emocional ? Se vale de muito falar ?
Será se até teus vizinhos , não evitam te encontrar ?
Como anda tuas finanças ? Acaso não vive devendo ?
Já não seria isto um Karma , dos erros que vem cometendo ?
Quando pega um dinheiro, que alguém lhe confiou
Você honra o combinado, ou foi mais um que enganou ?
Para não pagar sua divida , uma calunia inventou ?
Se passando como vitima, daquele que te auxiliou ?
Se alegra com as calúnias que criou escondidinho ?
Inveja o sucesso alheio ?Racionaliza para não ver ?
Já não é o egocentrismo que lhe tem feito sofrer ?
Por falta de seriedade não alcança prosperidade.
Aonde chega mostra patente ? Ostenta ser poderoso ?
E se observar teu corpo ? Não verei um espírito grosso ?
Tem olhos sempre vermelhos ?Respiração sempre ofegante ?
Tem a digestão difícil ? Dor de cabeça constante ?
Se cansa com facilidade ? Sofre de hipertensão ?
Estes sinais já revelam tua presente situação !
Tem tua saúde instável ? E a saúde de tua família ?
Não percebe que doença já é falta de harmonia ?
falaram de tua pessoa ? Você foi ameaçado ?
procurou saber da verdade ? Ou ficou egocentrado ?
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza que eu leve alegria.
Onde houver trevas que eu leve a luz.
Fazei que eu procure mais
Consolar, do que ser consolado
Compreender, que se compreendido
Amar, que ser amado
Pois é dando que se recebe
Perdoando, que se é perdoado
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
5.20.2008
atualmente minha pele facial se transformou em comunidade.
o pontiagudismo de ambos machuca e corrói minha pele, mas eles continuam me dizendo que em troca de comida e conforto eles me dão um bom pretexto doloroso para desviar minha fadigada massa cefálica da angústia que é ter um negro nevoeiro comprimindo e deformando as funções cardíacas de um corpo precocemente cansado.
[l.n.r.]
quando a gente anda em círculos
seguindo ideais ridículos
de querer, lutar & poder
as roupas na lavanderia...
o analista passeando na Europa...
as encomendas na Bolívia...
nas fotos um sorriso idiota
os dias parecem séculos
e se parecem uns com os outros
como enfermeiras em filmes de guerra
e violinos em canções de amor
a seguir cenas obcenas
do próximo capítulo
é só virar a página
e o futuro virá...
filmes de guerra, canções de amor
manchetes de jornal, ou seja lá o que for
há sempre uma estória infeliz
esperando uma atriz e um ator
há vida na terra, há rumores no ar
dizendo que tudo vai acabar
(mais uma estória infeliz
esperando um ator e uma atriz)
não tenho medo de perder a guerra
pois no fim da guerra todos perdem
no fim das contas as nações unidas
'tão sempre prontas pra desunião
não tenho medo de perder você
desde o início eu sabia
era só questão de dias
um dia iria acontecer
preciso beber qualquer coisa
não me lembre que eu não bebo
o que só nós dois sabemos
nós sabemos que é segredo
há um guarda em cada esquina
esperando o sinal
pra transformar um banho de piscina
numa batalha naval
agora sinto um medo infantil
mas na hora certa afundaremos o navio
então dê um copo de aguardente
para um corpo sentindo frio
preciso beber qualquer coisa
você sabe que eu preciso
e o que só nós dois sabemos
já não é mais segredo
se alguém, seja lá quem for
tiver que morrer, na guerra ou no amor,
não me peça pra entender
não me peça pra esquecer
não me peça para entender
não me peça pra escolher
entre o fio ciumento da navalha
e o frio de um campo de batalha
chegamos ao fim do dia
chegamos, quem diria?
ninguém é bastante lúcido
pra andar tão rápido
chegamos ao fim do século
voltamos enfim ao início
quando se anda em círculos
nunca se é bastante rápido
O dia Em que A amizade Me inspirou
sinto falta da sua doçura todo e todo dia.
vamos nos perder em papos que só nós vemos interesse, embora não tenhamos nos esforçado muito para estendê-los a muitos além de nós.
vamos reencontrar um amigo que há muito não víamos e dar vivas: a saudade está prestes a morrer... mais uma vez.
e de nossos dias façamos isto: uma eterna matança deste mal, que quanto mais mau, mais aumenta o bem de vê-lo morto, pois é isso, tem um lado esquizito da gente que vive atrás da dor, só pra ter o gostinho de ver sua morte virar uma brilhante exposição de dentes que aumenta os olhos e levemente cerra as discretas janelas d'alma.
[l.n.r.]
5.05.2008
4.27.2008
Uma vez vi uma fada que de uma deliciosa nostalgia, deu a luz à mais incrível e verdadeira idéia de vintenas`de outras aquéns.F iquei tão extasiada de ter presenciado tal nascimento, que deixei a tão adorada fala de lado e cá me pus a escrever.
E viva à inspiração e a exploração dos sentimentos.
22/04/08
[l.n.r.]
4.25.2008
Thomas Hardy (1912)
(Lines on the loss of the "Titanic")
I
In a solitude of the sea
Deep from human vanity,
And the Pride of Life that planned her, stilly couches she.
II
Steel chambers, late the pyres
Of her salamandrine fires,
Cold currents thrid, and turn to rhythmic tidal lyres.
III
Over the mirrors meant
To glass the opulent
The sea-worm crawls -- grotesque, slimed, dumb, indifferent.
IV
Jewels in joy designed
To ravish the sensuous mind
Lie lightless, all their sparkles bleared and black and blind.
V
Dim moon-eyed fishes near
Gaze at the gilded gear
And query: "What does this vaingloriousness down here?". . .
VI
Well: while was fashioning
This creature of cleaving wing,
The Immanent Will that stirs and urges everything
VII
Prepared a sinister mate
For her -- so gaily great --
A Shape of Ice, for the time fat and dissociate.
VIII
And as the smart ship grew
In stature, grace, and hue
In shadowy silent distance grew the Iceberg too.
IX
Alien they seemed to be:
No mortal eye could see
The intimate welding of their later history.
X
Or sign that they were bent
By paths coincident
On being anon twin halves of one August event,
XI
Till the Spinner of the Years
Said "Now!" And each one hears,
And consummation comes, and jars two hemisphere
4.22.2008
4.06.2008
3.29.2008
Prayer to Our Lady
Inspired with this same confidence we fly to thy protection.
O Virgin of Virgins, our Mother, to thee we come, before thee we stand sinful and sorrowful; despise not, O Mother of the World Incarnate, our humble petitions, but graciously hear and grant our requiem*.
Amen.
An indulgence of three years each time the prayer is recited, applicable also to the Holy Souls. A plenary indulgence to those who recite it daily for a month.
homenagem à descoberta de novas entidades e comemoração de seus respectivos dias.
3.23.2008
O medo é um alerta para que nos defendamos.
O medo chama nossa atenção para uma possível ameaça ao nosso bem-estar.
Não ignore a ansiedade.
Com frequência, a individualidade é rotulada como excentricidade, tolerada apenas na teoria; na prática, espera-se o conformismo.
3.17.2008
3.16.2008
ego, você não é um sol
Quer que tudo gire em sua órbita, é só o que importa.
O ego é um atalho para a ilusão.
Admito que, se casada com a consciência, a ilusão pode sim ser prazerosa e benéfica, se devidamente abstraída.
Porém, a ilusão do ego rejeita a consciência.
E fica como uma porta que não precisa de fechadura nem de chave,
Uma vez que o contexto criado implica num arrombamento em vez de uma luta pela chave.
Triste é pensar que grande parte deles acha que é um sol e nada mais que isso.
Mais triste ainda, é pensar que esta mesma maioria acredita não precisar ser nada a mais que um sol e uns planetinhas bestas que o idolatrem.
Um sol é só um sol, não é o topo do poder nem da existência.
Engraçado é pensar que os egocêntricos almejam ser sempre o centro, como o sol,
Mas quem é que consegue olhar para o sol por muito tempo?
Enfadonho é observar estas pessoas andando em círculos sem que percebam, achando que o círculo é a rota dos demais a sua volta.
Bizarro é pensar que são controladas pelo sol quando crêem SER o tal do sol.
Estranho é pensar que somos um todo, estou entre eles, que somos todos irmãos. Mesmo tendo desatado laços com vários membros deste clã.
Complicado é ter extendido os olhos para além do sol e sentido as lágrimas de sensibilidade e tentativa de desapego à antiga situação.
Dilacerante é buscar disposição para abrir olhos alheios com pálpebras de aço e me perder na busca, o sol é realmente difícil de se olhar.
Feliz é pensar que meu ego e consciência são casados em comunhão total de bens, embora a representação masculina desta comunhão ainda não tenha se libertado completamente dos impulsos traíras contra sua cônjuge.
Mais feliz ainda é pensar que, ao abrir meus olhos quase atrofiados, vi claramente que sou um universo inteirinho cheio de planetas, astros, luas e mistérios a serem descobertos, e o suposto sol, é apenas um coadjuvante qualquer.
Confortante é perceber que a forma redonda do ego é bem receptiva para com os petelecos da consciência, e que com o tempo, ele se renderá e será fiel à sua senhora.
[l.n.r.]
3.10.2008
3.07.2008
3.05.2008
cento e oito ponto um?
- Olá?
- Espero que tenha um bom motivo para despertar-me dos meus sonhos. Sabes que sonhos de esfinges não são meros sonhos, são lições. Então é bom que valha a pena.
- Como faço pra passar?
- Pelo portal?
- Isto é um portal?
- Portal para o reino do olhar 108.1.
- 108.1?
- É o código para designar olhar com menos limitações que a natureza e a cultura já desenvolveram para o homem.
- Nossa! É um olhar bem avançado.
- Digamos que não são todos que podem suportar. São tantos detalhes...
- Hmmm, detalhes..
- Muitos cineastas utilizam o 108.1, é bem útil. E o resultado é formidável.
- Hm, segredinho especial do Bergman, hã?
- É.... Você deve estar com a versão 9.7, talvez 10.
- E o que isso significa?
- Uns pontinhos a mais que a maioria da sociedade Globo.
- Ahn. ¬¬
- É um salto consideravelmente grande passar do 10 para o 108.1.
- É impossível?
- É... impossível não chega a ser. Mas você terá de passar por um teste.
- E que tipo de teste seria?
- Um teste de memória, resistência, concentraçãoo, controle emocional, auto-conhecimento, raciocínio, pesquisa, análise, criação, imaginação... algo mais?
- Nossa...
- Ah, deve ter mais uns cinco itens, mas nada que você não descobrirá na jornada.
- Jornada?
- Menina, me escute bem.. Se ainda tiver inocência, ingenuidade ou insegurança, deixe aqui, do lado de fora. Ou desista.
- E... que espécie de jornada?
- Como posso lhe dizer... É como uma trama de maturação multipla.
- Vou viver num filme de guerra com muitas subtramas?
- Não. Deixe-me ser mais específica: você terá de aprender de forma intensiva, mais vulgarmente falando, no tranco, tudo o que é necessário para não sofrer sérios danos ao enxergar através da lente 108.1.
- Hmm, Jumandi?
- Não. O que vai fazer é vida, e hollywood não é vida.
- E quando começo?
- Vá para casa, viva seus dias. Entrarei em contato.
- É como pôr um piercing?
- Piercing?
- Deixe-me explicar. Você espera tanto o terror daquela dor que quando se dá conta já passou?
- Exato. Quando se der conta, terá aprendido. Agora vá.
- Hei, só mais uma coisa..
- Chore.
- Valeu a pena?
- Valeu a pena o quê?
- Ter despertado do seu sonho.
- As vezes.. uma lição pode ser um carma. Neste caso, te devo um... ah, queria dizer aquela palavra, mas soa muito como obrigação e não encontro um sinônimo...
- Valeu?
- É... valeu.
- Até breve, espero.
- Boa sorte na jornada, menina.. vai precisar.
[l.n.r.]
3.03.2008
joaninha tem nome
- Oi joaninha!
- Pare de se mexer! Andar em superfície móvel me dá tontura.
- É verdade que você traz sorte?
- É.... Depende do meu humor.
- E como ele está agora?
- Desnorteado.
- E o que eu faço para merecer a sorte que você carrega em baixo dessa sua casca vermelha?
- Já disse, pare de se mexer!
- Tá, vou te passar para a minha mão esquerda então.
- Bem melhor agora.
- Joaninha, não estou sentindo a sorte. Você tá passando?
- Como você é imediatista! A sorte não costuma se apressar.
- Desculpe, é que não pude me conter. Nunca conversei com um inseto antes.
- Não me chame de inseto. Meu nome é Alana. Qual é o seu?
- Depende. Qual você quer saber?
- Não sei. Qual você gosta?
- Sofia.
- Que bonito! Já ouviu aquela piadinha...
- Sô fia da puta?
- É... (risos)
- Minha vó é piadista.
- Quem te deu este nome?
- Eu mesma.
- Os humanos podem escolher seus nomes?
- E por que não? Mas a maioria deles não sabe disso.
- Joaninhas podem escolher seus nomes também?
- Claro. E por que não? Hei, por que tá abrindo as asas? Vai me deixar?
- Não, Sofia. É que deixar as asas presas dentro desta casca dura o dia todo dá um pouco de cãimbra.
- Que engraçado.
- Não acho nem um pouco engraçado ficar rindo da dor alheia.
- Alana, se você fosse escolher um outro nome, qual seria?
- Não sei. Nunca pensei nisso. Já me conformei, sei que vou levar este nome para o túmulo.
- Então posso escolher um pseudônimo pra você? Que tal Amélia?
- Prefiro Kika.
- Mas você disse...
- Disse que prefiro Kika.
- Por que Kika?
- Por que eu gosto de Almodovar, oras.
- Ah.
- Viu, vou ter que ir agora... família me espera. Mas a sorte tá contigo.
- Legal! E quando vou sentí-la?
- Não sei... Talvez amanhã, se não tiver pressa.
- Volta amanhã pra continuarmos o papo?
- Não gosto de ficar planejando minha vida, mas talvez. Deixe a janela aberta.
- A janela de um fumante está sempre aberta.
- Acredita que não existe cigarros pra joaninhas?
- Que negligência.
- Mas tenho que ir, falou.
- Falou, você é muito... ih, já foi? Como ela é rápida!
[l.n.r.]
3.02.2008
Homens com quem me casaria
David Gilmour (em sua fase cabeluda)
Legolas
Mário Quintana
Chaplin
Antoni Gaudí
Mark Ryden
John Lennon
Georges Méliès
Platão
Duran Duran
Cazuza
Sandman
é, acho que devo sondar mais maternidades
2.12.2008
2.11.2008
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha...
Depois, de cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha...
E hoje, dos meus cadáveres, eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada
Arde um toco de vela, amarelada...
Como o único bem que me ficou!
Vinde, corvos, chacais, ladrões da estrada!
Ah! Desta mão avaramente adunca,
Ninguém há de arrancar-me a luz sagrada!
Aves da Noite!
Asas do Horror!
Voejai!
Que a luz, trêmula e triste como um ai,
A luz da morte não se apaga nunca!
eu em palavras por Mário Quintana
1.23.2008

[l.n.r.]
1.12.2008
12.26.2007

[l.n.r.]
12.18.2007
Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo,ando debaixo da pele e sacudo os sonhos.
Não desprezo nada que tenha visto,todas as coisas se gravam pra sempre na minha cachola.Toco nas flores, nas almas, nos sons, nos movimentos,destelho as casas penduradas na terra,tiro os cheiros dos corpos das meninas sonhando.
Desloco as consciências,a rua estala com os meus passos,e ando nos quatro cantos da vida.
Consolo o herói vagabundo, glorifico o soldado vencido,não posso amar ninguém porque sou o amor,tenho me surpreendido a cumprimentar os gatose a pedir desculpas ao mendigo.Sou o espírito que assiste à Criação e que bole em todas as almas que encontra.
Múltiplo, desarticulado, longe como o diabo.Nada me fixa nos caminhos do mundo.
Rebecca Loise, sou sua fã.
12.15.2007
12.08.2007
12.03.2007
12.01.2007
Depois de comer, se olharam firmes e ela disse: ‘vai, me dá um cigarro!’
-Detesto religiosos!
-Então, lembra que eu disse que tinha uma banda? Tocava na igreja!
O filtro do cigarro, que era branco, evoluiu para pardo.
Eu aqui, sem ombro amigo para poder chorar. Que ódio deste torcicolo!
Cinco cds empilhados na mesa. Todos do Led Zeppelin.
Olhou para o outro hemisfério da cama e só o que encontrou foram fios de cabelo.
Saudade da sua sombra projetada na minha parede.
Preciso voltar a colecionar pentes e mini-sabonetes.
Seis anos de ausência. Seu cabelo aumentou e o meu diminuiu.
Acordei de mau humor e quebrei o espelho. Quero ficar sozinha.
Passou gel nos chacras e foi ler Freud.
Diga-me que não é natural que eu digo à natureza que quero divórcio.
A inspiração estava tão em baixa que o lápis arranhou dissonante o papel segundos antes de perder a cabeça.

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